O Desenho do Silêncio
Tirei os sapatos da pressa
para pisar a terra do peito.
O espelho que me olha de volta
não guarda nem culpa, nem medo.
Descobri que a vida não pede
que eu seja o que o mundo desenha.
Na pausa da minha presença,
revelas quem sempre fui Eu.
Não corro até o fim da jornada,
pois Deus habita este chão.
O despertar é a volta pra casa,
no centro da oração.